REIVINDICAÇÕES

As principais reivindicações dessa rede são:

1. Instalação do Centro de Lazer, Cultura e Memória do Trabalhador, segundo  aspiração já antiga do Movimento Queixada.

2. Instalação de uma Universidade Livre e Colaborativa articulada ao Centro do  Trabalhador.

3. Instalação de núcleos de pesquisa e outras instituições públicas voltadas à  construção do conhecimento, cooperação e à formação. Demandamos ainda – e estamos em condições de indicar os meios para tal e sua operação – que se estabeleçam no local da Fábrica de imediato as seguintes instalações e procedimentos, como estratégia para a constituição dos equipamentos  acima listados:

Nossas estratégias para alcançar as metas acima são:

1. estabelecimento de um processo dialógico e participativo de diagnóstico e  projeto voltado ao restauro da Fábrica. Trata-se de momento privilegiado para  constituir uma ação envolvente das comunidades ligadas à fábrica. Mais do que um projeto técnico, trata-se da oportunidade de promover uma ação de  valorização do patrimônio, associada à formação .

2. realização de um estudo técnico das edificações existentes para  estabelecimento de um plano de visitação às instalações e para subsidiar um projeto de restauro, a fim de que se possam buscar recursos públicos e
incentivos fiscais para elaboração de um projeto participativo e suas obras,  sendo estas mesmas consideradas como uma atividade de formação intelectual e profissionalizante;

3. cessão imediata da Fábrica desapropriada para a instalação provisória de uma base avançada dos seguintes grupos: programa autônomo para a constituição da Universidade Livre e Colaborativa; Programa de Educação Tutoriada da USP e Café Filosófico da USP e para um embrião do Centro de Cultura e Memória, constituição de um espaço comunitário e cultural de gestão partilhada e  autogerido.

Tais instituições pautar-se-ão pelo interesse público e terão sempre como objetivo a  constituição de processos de produção e partilha do conhecimento amparados no diálogo e na colaboração entre os sujeitos. A gestão de tais equipamentos, mais do que participativa, deve ser radicalmente democrática e pública, envolvendo  horizontalmente todos os agentes a eles associados: moradores, trabalhadores, gestores, educadores, etc.

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